segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Resumo Do Filme "The Power Of One"

África do Sul, primeira metade do século 20. P.K. é um menino inglês cresceu em uma fazenda do interior, sendo criado por sua mãe viúva e por uma babá zulu. Quando sua mãe fica doente, o garoto é enviado para um colégio interno, onde passa a ser perseguido pelos colegas. P.K. consegue sobreviver à esses anos de bullyng e vai viver com seu avô. Ele conhece Doc , um prisioneiro alemão que o ensina a tocar piano e Geel Piet , um gentil prisioneiro que o apresenta à arte do boxe. Aos 18 anos de idade P.K. se cansa de tanta injustiça e se levanta como uma ativista anti-apartheid. Sua luta contra o regime de segregação racial na África do Sul fica confusa quando ele se apaixona por Maria , a filha de um líder racista.


cartaz de O Poder de um Jovem

O Menino Do Dedo Verde

Tistu, desde pequeno era especial, de um modo que ninguém, nem mesmo ele, sabia.
Como não conseguiu ficar na escola, Dona Mamãe e Sr. Papai ( seus pais ) resolveram ensinar-lhe tudo que precisava saber na "prática".
Seu primeiro professor, Bigode ( jardineiro da casa de Tistu ), descobriu que Tistu tinha o polegar verde, isso significa que onde ele colocasse o polegar iriam nascer flores, pois em cada canto do mundo há sementes, só esperando que um menino especial como Tistu faça esta se transformar em uma flor. Por fim, Bigode disse a Tistu que não poderia contar isso a ninguém.
Seu segundo professor, Sr. Trovões, lhe mostrou o que era ordem e onde havia desordem, mostrando-lhe a favela de Mirapólvora, um lugar barrento e nogento. Tistu, achando a favela um lugar sem alegria, não perdeu tempo! Onde passava pela favela colocava seu dedo verde! Fez isso também nos lugar onde levavam-no para aprender como na prisão e no hospital.
Um dia, no entanto, Tistu passou dos limites! Aconteceu que estava havendo uma guerra entre duas cidades, e Tistu não querendo que isso acontecesse, fez crescer flores em todos os canhões, o que causou a ira de todos em Mirapólvora, a cidade onde morava. Não havendo escolha, Tistu contou a todos que tinha polegar verde! Todos ficaram surpresos no começo, mas depois, acreditaram.
Após um tempo, uma coisa horrivél aconteceu! O grande amigo de Tistu, Bigode faleceu! Como falaram a Tistu que Bigode estava no céu, Tistu fez crescer uma grande planta para que ele pudesse subir e buscar Bigode ou que Bigode pudesse descer.
Enquanto Tistu subia , seu pônei Ginástico, corroia a planta.
Quando Tistu se deu conta, estava subindo sem tocar em nada e via que em si havia lindas assas brancas! No final o que Ginástico corroía era a seguinte frase: TISTU ERA UM ANJO!

Biografia de Carlos Drummond de Andrade


Carlos Drummond de Andrade
 nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, noJornal do Brasil.O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros deDrummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. EmSentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Resumo Do Livro De Veyenor (Marcelo Larceda)

Resenha: Veyenor – A Vingança de Khaos
Por Bruno Rodrigues Faria
01/12/2013

"A dor da perda abre caminho
onde a paz recua e a maldade cresce
A esperança nos livra do espinho
quando os dias livre padecem
"
Diferentemente do O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, o lançamento Veyenor – A Vingança de Khaos (Editora Leitura, 2008, 232 páginas, R$ 28,00), escrito pelo mineiro Marcelo Lacerda, não busca a destruição de um anel, causador do mal na Terra Média, e sim o uso de quatorze anéis para enfrentar a maldade de um poder corruptor na terra de Veyenor. Baseado num jogo criado por Lacerda, animador e recreador de festas infantis, a história do livro foi desenvolvida ao longo das sessões que fazia para divertir as crianças. Semelhanças ao clássico do mestre britânico podemos encontrar ao longo - não somente deste - das páginas da maioria dos romances encontrados atualmente, mas o que vale ressaltar, são as particularidades de cada um e Veyenor é um mundo com uma história detentora de originalidade e contemporaneidade.

Marcelo cria uma nova proposta de um mundo fantástico ambientado em um período medieval, bem diferente, não tão complexo como o da Sociedade do Anel, com uma linguagem aproximada do público brasileiro, ou como ele mesmo diz no prefácio da obra: "capaz de aflorar sentimentos raros guardados dentro das crianças ou dentro das crianças que já fomos um dia". Veyenor, ou a Terra dos Cinco Deuses, é um mundo formado a partir dos poderes ilimitados de entidades conhecidas como os Angélios. Habitada por humanos, elfos, magos, fadas e os animorfs - criaturas metamórficas – criados cada uma pelo poder limitado e à imagem de cada um dos cinco deuses. A harmonia entre as raças era perfeita, porém, um dos deuses, ambicioso e não querendo dividir sua força, cria a maldade, que se se espalha pelo Norte, em forma de uma névoa, conhecida como Malícia, dominando grande parte da outrora pacata região, modificando seus habitantes em seres maléficos. Ante o crescimento das forças escuras, foi construído uma muralha de contenção, dividindo em dois lados o mundo, o Lado escuro e o Lado Claro. Um período de paz se deu até que Khaos, um inimigo que uniu todos os seres maus e ameaça instaurar para sempre a maldade em Veyenor.

O confronto foi inevitável e a Primeira Batalha aconteceu, onde Dárimus, um jovem herói, vence o poderoso guerreiro e reconquista a tranqüilidade que todos almejavam, se tornando governante das terras livres do Lado Claro. Anos depois, como rei, convida seus amigos e súditos para uma grande comemoração: a presentação de seus dois filhos recém-nascidos. Contudo, as forças de Khaos atacam sem piedade e o desfecho se mostra cruel para muitos dos personagens que se encontravam ali, principalmente o rei Dárimus. Veyenor usa os artifícios singulares de O Senhor dos Anéis em meio ao estilo jovem de Harry Potter para compor seu palco de ação e ambientação em uma experiência de um universo em poucas páginas, que com certeza atrairá muitos leitores. O autor se vale de seu contato com crianças de várias idades e constrói uma história que transmite valores importantes para os jovens. Nas primeiras páginas mostra como foi criado seu mundo, apresenta suas entidades e deuses, seus principais protagonistas e antagonistas. Possui também apêndices, com glossário, descrição temporal e calendário, além de mapas das regiões.

Um mundo imaginário, um reino fantástico onde as raças livres se unem, apesar das diferenças para enfrentar o mau e estabelecer a paz, mesmo que através de muitas perdas. Apesar de colocar Magos e Humanos como raças diferentes, Marcelo Lacerda usa como força motriz os sentimentos de amizade, lealdade, amor e solidariedade perante a perda, a traição, a morte e o ódio em seus personagens. A cada capítulo, vale ressaltar, os versos e desenhos de Lacerda, que formam uma extensão da narrativa, apresentando o jovem leitor a sentir a ação de seu mundo, e ajudando a conhecer ao da fantasia e ao da poesia. Vale a pena conferir a trama desse novo mundo de aventuras que oferece tudo o que se espera de uma aventura infanto-juvenil: emoção, aventura e diversão.