segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
O Menino Do Dedo Verde
Tistu, desde pequeno era especial, de um modo que ninguém, nem mesmo ele, sabia.
Como não conseguiu ficar na escola, Dona Mamãe e Sr. Papai ( seus pais ) resolveram ensinar-lhe tudo que precisava saber na "prática".
Seu primeiro professor, Bigode ( jardineiro da casa de Tistu ), descobriu que Tistu tinha o polegar verde, isso significa que onde ele colocasse o polegar iriam nascer flores, pois em cada canto do mundo há sementes, só esperando que um menino especial como Tistu faça esta se transformar em uma flor. Por fim, Bigode disse a Tistu que não poderia contar isso a ninguém.
Seu segundo professor, Sr. Trovões, lhe mostrou o que era ordem e onde havia desordem, mostrando-lhe a favela de Mirapólvora, um lugar barrento e nogento. Tistu, achando a favela um lugar sem alegria, não perdeu tempo! Onde passava pela favela colocava seu dedo verde! Fez isso também nos lugar onde levavam-no para aprender como na prisão e no hospital.
Um dia, no entanto, Tistu passou dos limites! Aconteceu que estava havendo uma guerra entre duas cidades, e Tistu não querendo que isso acontecesse, fez crescer flores em todos os canhões, o que causou a ira de todos em Mirapólvora, a cidade onde morava. Não havendo escolha, Tistu contou a todos que tinha polegar verde! Todos ficaram surpresos no começo, mas depois, acreditaram.
Após um tempo, uma coisa horrivél aconteceu! O grande amigo de Tistu, Bigode faleceu! Como falaram a Tistu que Bigode estava no céu, Tistu fez crescer uma grande planta para que ele pudesse subir e buscar Bigode ou que Bigode pudesse descer.
Enquanto Tistu subia , seu pônei Ginástico, corroia a planta.
Quando Tistu se deu conta, estava subindo sem tocar em nada e via que em si havia lindas assas brancas! No final o que Ginástico corroía era a seguinte frase: TISTU ERA UM ANJO!
Como não conseguiu ficar na escola, Dona Mamãe e Sr. Papai ( seus pais ) resolveram ensinar-lhe tudo que precisava saber na "prática".
Seu primeiro professor, Bigode ( jardineiro da casa de Tistu ), descobriu que Tistu tinha o polegar verde, isso significa que onde ele colocasse o polegar iriam nascer flores, pois em cada canto do mundo há sementes, só esperando que um menino especial como Tistu faça esta se transformar em uma flor. Por fim, Bigode disse a Tistu que não poderia contar isso a ninguém.
Seu segundo professor, Sr. Trovões, lhe mostrou o que era ordem e onde havia desordem, mostrando-lhe a favela de Mirapólvora, um lugar barrento e nogento. Tistu, achando a favela um lugar sem alegria, não perdeu tempo! Onde passava pela favela colocava seu dedo verde! Fez isso também nos lugar onde levavam-no para aprender como na prisão e no hospital.
Um dia, no entanto, Tistu passou dos limites! Aconteceu que estava havendo uma guerra entre duas cidades, e Tistu não querendo que isso acontecesse, fez crescer flores em todos os canhões, o que causou a ira de todos em Mirapólvora, a cidade onde morava. Não havendo escolha, Tistu contou a todos que tinha polegar verde! Todos ficaram surpresos no começo, mas depois, acreditaram.
Após um tempo, uma coisa horrivél aconteceu! O grande amigo de Tistu, Bigode faleceu! Como falaram a Tistu que Bigode estava no céu, Tistu fez crescer uma grande planta para que ele pudesse subir e buscar Bigode ou que Bigode pudesse descer.
Enquanto Tistu subia , seu pônei Ginástico, corroia a planta.
Quando Tistu se deu conta, estava subindo sem tocar em nada e via que em si havia lindas assas brancas! No final o que Ginástico corroía era a seguinte frase: TISTU ERA UM ANJO!
Biografia de Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, noJornal do Brasil.O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros deDrummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.
Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. EmSentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.
Resumo Do Livro De Veyenor (Marcelo Larceda)
Resenha: Veyenor – A Vingança de Khaos
Por Bruno Rodrigues Faria
01/12/2013
Por Bruno Rodrigues Faria
01/12/2013
"A dor da perda abre caminho
onde a paz recua e a maldade cresce
A esperança nos livra do espinho
quando os dias livre padecem"
Diferentemente do O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, o lançamento Veyenor – A Vingança de Khaos (Editora Leitura, 2008, 232 páginas, R$ 28,00), escrito pelo mineiro Marcelo Lacerda, não busca a destruição de um anel, causador do mal na Terra Média, e sim o uso de quatorze anéis para enfrentar a maldade de um poder corruptor na terra de Veyenor. Baseado num jogo criado por Lacerda, animador e recreador de festas infantis, a história do livro foi desenvolvida ao longo das sessões que fazia para divertir as crianças. Semelhanças ao clássico do mestre britânico podemos encontrar ao longo - não somente deste - das páginas da maioria dos romances encontrados atualmente, mas o que vale ressaltar, são as particularidades de cada um e Veyenor é um mundo com uma história detentora de originalidade e contemporaneidade.
Marcelo cria uma nova proposta de um mundo fantástico ambientado em um período medieval, bem diferente, não tão complexo como o da Sociedade do Anel, com uma linguagem aproximada do público brasileiro, ou como ele mesmo diz no prefácio da obra: "capaz de aflorar sentimentos raros guardados dentro das crianças ou dentro das crianças que já fomos um dia". Veyenor, ou a Terra dos Cinco Deuses, é um mundo formado a partir dos poderes ilimitados de entidades conhecidas como os Angélios. Habitada por humanos, elfos, magos, fadas e os animorfs - criaturas metamórficas – criados cada uma pelo poder limitado e à imagem de cada um dos cinco deuses. A harmonia entre as raças era perfeita, porém, um dos deuses, ambicioso e não querendo dividir sua força, cria a maldade, que se se espalha pelo Norte, em forma de uma névoa, conhecida como Malícia, dominando grande parte da outrora pacata região, modificando seus habitantes em seres maléficos. Ante o crescimento das forças escuras, foi construído uma muralha de contenção, dividindo em dois lados o mundo, o Lado escuro e o Lado Claro. Um período de paz se deu até que Khaos, um inimigo que uniu todos os seres maus e ameaça instaurar para sempre a maldade em Veyenor.
O confronto foi inevitável e a Primeira Batalha aconteceu, onde Dárimus, um jovem herói, vence o poderoso guerreiro e reconquista a tranqüilidade que todos almejavam, se tornando governante das terras livres do Lado Claro. Anos depois, como rei, convida seus amigos e súditos para uma grande comemoração: a presentação de seus dois filhos recém-nascidos. Contudo, as forças de Khaos atacam sem piedade e o desfecho se mostra cruel para muitos dos personagens que se encontravam ali, principalmente o rei Dárimus. Veyenor usa os artifícios singulares de O Senhor dos Anéis em meio ao estilo jovem de Harry Potter para compor seu palco de ação e ambientação em uma experiência de um universo em poucas páginas, que com certeza atrairá muitos leitores. O autor se vale de seu contato com crianças de várias idades e constrói uma história que transmite valores importantes para os jovens. Nas primeiras páginas mostra como foi criado seu mundo, apresenta suas entidades e deuses, seus principais protagonistas e antagonistas. Possui também apêndices, com glossário, descrição temporal e calendário, além de mapas das regiões.
Um mundo imaginário, um reino fantástico onde as raças livres se unem, apesar das diferenças para enfrentar o mau e estabelecer a paz, mesmo que através de muitas perdas. Apesar de colocar Magos e Humanos como raças diferentes, Marcelo Lacerda usa como força motriz os sentimentos de amizade, lealdade, amor e solidariedade perante a perda, a traição, a morte e o ódio em seus personagens. A cada capítulo, vale ressaltar, os versos e desenhos de Lacerda, que formam uma extensão da narrativa, apresentando o jovem leitor a sentir a ação de seu mundo, e ajudando a conhecer ao da fantasia e ao da poesia. Vale a pena conferir a trama desse novo mundo de aventuras que oferece tudo o que se espera de uma aventura infanto-juvenil: emoção, aventura e diversão.
onde a paz recua e a maldade cresce
A esperança nos livra do espinho
quando os dias livre padecem"
Marcelo cria uma nova proposta de um mundo fantástico ambientado em um período medieval, bem diferente, não tão complexo como o da Sociedade do Anel, com uma linguagem aproximada do público brasileiro, ou como ele mesmo diz no prefácio da obra: "capaz de aflorar sentimentos raros guardados dentro das crianças ou dentro das crianças que já fomos um dia". Veyenor, ou a Terra dos Cinco Deuses, é um mundo formado a partir dos poderes ilimitados de entidades conhecidas como os Angélios. Habitada por humanos, elfos, magos, fadas e os animorfs - criaturas metamórficas – criados cada uma pelo poder limitado e à imagem de cada um dos cinco deuses. A harmonia entre as raças era perfeita, porém, um dos deuses, ambicioso e não querendo dividir sua força, cria a maldade, que se se espalha pelo Norte, em forma de uma névoa, conhecida como Malícia, dominando grande parte da outrora pacata região, modificando seus habitantes em seres maléficos. Ante o crescimento das forças escuras, foi construído uma muralha de contenção, dividindo em dois lados o mundo, o Lado escuro e o Lado Claro. Um período de paz se deu até que Khaos, um inimigo que uniu todos os seres maus e ameaça instaurar para sempre a maldade em Veyenor.
O confronto foi inevitável e a Primeira Batalha aconteceu, onde Dárimus, um jovem herói, vence o poderoso guerreiro e reconquista a tranqüilidade que todos almejavam, se tornando governante das terras livres do Lado Claro. Anos depois, como rei, convida seus amigos e súditos para uma grande comemoração: a presentação de seus dois filhos recém-nascidos. Contudo, as forças de Khaos atacam sem piedade e o desfecho se mostra cruel para muitos dos personagens que se encontravam ali, principalmente o rei Dárimus. Veyenor usa os artifícios singulares de O Senhor dos Anéis em meio ao estilo jovem de Harry Potter para compor seu palco de ação e ambientação em uma experiência de um universo em poucas páginas, que com certeza atrairá muitos leitores. O autor se vale de seu contato com crianças de várias idades e constrói uma história que transmite valores importantes para os jovens. Nas primeiras páginas mostra como foi criado seu mundo, apresenta suas entidades e deuses, seus principais protagonistas e antagonistas. Possui também apêndices, com glossário, descrição temporal e calendário, além de mapas das regiões.
Um mundo imaginário, um reino fantástico onde as raças livres se unem, apesar das diferenças para enfrentar o mau e estabelecer a paz, mesmo que através de muitas perdas. Apesar de colocar Magos e Humanos como raças diferentes, Marcelo Lacerda usa como força motriz os sentimentos de amizade, lealdade, amor e solidariedade perante a perda, a traição, a morte e o ódio em seus personagens. A cada capítulo, vale ressaltar, os versos e desenhos de Lacerda, que formam uma extensão da narrativa, apresentando o jovem leitor a sentir a ação de seu mundo, e ajudando a conhecer ao da fantasia e ao da poesia. Vale a pena conferir a trama desse novo mundo de aventuras que oferece tudo o que se espera de uma aventura infanto-juvenil: emoção, aventura e diversão.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Resumo Do Filme "Pode Me Chamar De Nadí"
Complexada por seus cabelos crespos, a pequena Nadí não tira seu boné por nada! Sabendo dessa fraqueza, dois colegas de sala tomam o boné de Nadí e correm, zombando de seus cabelos. Enquanto parte contra tudo e contra todos em busca de recuperar seu boné, Nadi conhece a belíssima modelo Laila e descobre, através de Laila, o poder da sua própria beleza.
DIRETOR E ROTEIRISTA: Déo Cardoso
DIRETOR E ROTEIRISTA: Déo Cardoso
Resumo Filme "Vista Minha Pele"
Uma menina branca passando por tudo o que passa uma menina negra, tentando vencer da melhor maneira possível o preconceito, queixando-se, argumentando com o público suas dúvidas, medos e até segredos de uma chamada “estrangeira”. É este o tema do filme “Vista minha Pele”, tratando do preconceito que muitos jovens passam na adolescência de um jeito bem diferente e criativo.
Tirando a pele clara, cabelos loiros, olhos azuis… o que sobra da personagem Maria? Nada, além de uma garota que tem sonhos como a gente, que estuda, que tem sua família, que vive para encontrar o seu futuro em uma sociedade racista, preconceituosa e hipócrita, por ver que há discriminação e vira as costas para o problema aparente. A estigmatizaçao que tem no filme, mesmo sendo passada em um mundo totalmente fictício, mostra que a parte da população que estigmatiza também poderia passar por essa grande desigualdade, afinal, somos todos iguais.
As questões raciais que são relatadas, nos permitem pensar sobre nossa própria realidade, nossa vida e como tratamos os outros sem pensarmos apenas em nós mesmos. Maria é uma estrangeira, pois mesmo tentando ser uma garota normal, que faz parte de um grupo, ela não é aceita pelo restante, por causa da sua pele, seu jeito de ser, entre outras coisas que a fazem ser uma “outsider”.
Vista a pele de Maria, reveja seus conceitos, trate os outros da mesma forma que você gostaria de ser tratado, assim, quem sabe, a nossa realidade seja um pouco diferente, fazendo o começo de um mundo menos injusto.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Relato de viagem para gruta de máquine passando pelo museu casa Guimãraes Rosa
Eu fui viajar com meu colega Gabriel Amaral para a Gruta do Máquine foram , 127 Km de muita diversão no ônibus mais quando chegamos em Codisburgo ficamos muito agitados pois , ficamos muito anciosos para ver a Gruta , porque meu pai falou que lá era muito bonito e lá era umas das grutas mais bontas do mundo. Lá na gruta tem 7 salões .
1°salão - é chamada de “Vestíbulo” totalmente iluminada pela luz exterior que
penetra por uma larga abertura. Possui 88 pés de comprimento e 66 de largura.
Elevam-se do solo diversas massas colossais de estalagmites, uma das quais se acha
próxima da entrada.
2°salão - é denominada “sala das colunas”. Tem 122 pés de comprimento por 74
de largura. À esquerda, perto da entrada, destacam-se massas enormes de
estalagmites que se erguem até a abóbada e ligam à parede que separa esta câmara
da precedente.
3°salão - é chamada de “altar ou trono” tem 220 pés de comprimento, 116 de
largura e 50 pés de altura. Perto da entrada acha-se ornada da tapeçaria gigantesca
de uma estalactite branca de brilho e de beleza extraordinários.
4°salão - tem denominação de “carneiro”, tem 60 pés de comprimento, 66 de
largura e 36 de altitude. Distingue-se das precedentes por apresentar o solo em
grande parte coberto de montões de gesso em pó.Chame-se esse nome pois tem
uma figura parecida com um carneiro.
5°salão - denominada, “salão das piscinas”. Tem 78 pés de comprimento, igual
largura e 60 pés de altura, formando a parte mais profunda da gruta. O visitante se
deslumbra com suas elegantes formas e com a soberba ornamentação de suas
paredes. No centro existe uma grande bacia de 05 (cinco) pés de profundidade, cujas
paredes estão revestidas de rosetas ou delicados cristais de espato calcário.Lá em um
dos salões mais bonitos dagruta de máquine.
6°salão - denominada “salão das fadas”, tem 108 pés de comprimento e 50 pés
de altura.Segundo Dr. Lund nenhuma outra caverna produzira
combinações tão admiravelmente belas como as que se encontram nesta parte da
gruta. No fundo há uma passagem para outro comprimento, onde parece terem
reunido todos os esplendores que a formação das estalactites pode produzir.Lá foi
onde o Dr.Lund achou a Preguiça Gigante.
7ºsalão - – denominada “salão do cemitério”. É a maior de toda a gruta. Mede 534 pés
de comprimento por 184 pés de largura. É revestida de uma camada quebradiça de
estalagmites de gesso em pó que cobre o solo, a qual por fim se amontoa até a
abóbada. Grande cópia de enormes fragmentos amontoa de calcário se acha
espalhada na maior desordem com aspectos de mausoléus, o que justifica o nome do
cemitério.Tem esse nome pois lá foi onde o Dr.Lund tirou a maior parte dos animais
descobertos na gruta.
Antes de irmos embora passamos no Museu Casa Guimãres Rosa onde vimos a história do autor e ouvimos uma história contada pelo grupo Miguilin que se formou por uma prima de Guimarães Rosa , porque achava o museu muito seco , pois as pessoas iam lá e não sabiam da vida de João Guimarães Rosa e das suas histórias que como falam lá para eles(estórias).
Já na volta estava tudo tranquilo , pois todos estavam cansados , e com muito calor mais nem por causa disso deixamos de nós divertir eu e o Gabriel Amaral jogamos Head Soccer no iPhone e no iPod um contra o outro comemos chips e eu Bruno Rodrigues fique muito feliz por ter ido e me divetido.
FIM
OBRIGADOOOOOO!
200 visualizações muito obrigado por estare confiando em mim : vou passar um video de que eu adoro ver eu não sei se vocês vão gostar mais eu adoro .
https://www.youtube.com/watch?v=TEyuMkHCkd4
https://www.youtube.com/watch?v=TEyuMkHCkd4
SEMANA LÍTERARIA
Eu participei da abertura da semana literária, havia adrílico, bonecos, vi também contos de terror, participei de dinâmicas, teatros e até vesti de relógios´.
Na verdade eu gostei de tudo na semana literária, más teve três coisas que me tocou bem no coração,foi o teatro em que duas pessoas de cada série participaram, e o que mais me tocou nesse teatro foi as poesias, a sequnda que eu mais gostei foi a da fantasia, pois todos foram de roupas diferentes ,foi ai que eu entendi aquele ditado "Ninguém é igual a ninguém",e os contos de terror foi muito legal, pois entrei bem dentro do conto que parecia que eu era o personagem príncipal.
Na verdade eu gostei de tudo na semana literária, más teve três coisas que me tocou bem no coração,foi o teatro em que duas pessoas de cada série participaram, e o que mais me tocou nesse teatro foi as poesias, a sequnda que eu mais gostei foi a da fantasia, pois todos foram de roupas diferentes ,foi ai que eu entendi aquele ditado "Ninguém é igual a ninguém",e os contos de terror foi muito legal, pois entrei bem dentro do conto que parecia que eu era o personagem príncipal.
A arte Pequena História da guerra e da paz
na minha escola tivemos uma expoxição da capa do livro Pequena hitórias da guerra e da paz abaixo estou deixado a imagem da nossa arte :
http://www.colegiosaopaulobh.com.br/galeria_de_fotos_2013/fotos_exposicao_livro_6s_anos/index.html
http://www.colegiosaopaulobh.com.br/galeria_de_fotos_2013/fotos_exposicao_livro_6s_anos/index.html
Bigrafia Jeff Kinney (Díario de um Banana)
Diario de um Banana e uma série muito engraçada e divertida e o autor dessa série se chama Jeff Kinney e abaixo estou deixando a biografia desse autor :
O Diário de um Banana) é escrito e ilustrado por Jeff Kinney um norte-americano criador e designer de jogos online. Greg Heffley, a personagem principal foi criada em Janeiro de 1998 num pequeno apartamento em Massachusetts. Ao princípio não havia quase nada sobre ele, era só um esboço num papel. Jeff Kinney foi criando esboços e histórias ao longo dos anos até que juntou todas as piadas num só caderno. O resultado foi um caderno de 1300 páginas que foi posto online no site Funbrain.com em 2004 (para ler carregue aqui). Mas mais de 90% do material escrito não foi para a edição final. Um ano depois a editora New York Times decidiu publicar o "Diário de um Banana" e foi assim que Greg Heffley passou de um caderno de esboços para um livro best-seller internacional traduzido em 28 línguas e com milhões de cópias vendidas em todo o mundo sempre com enorme sucesso. Os primeiros 3 livros foram escritos com material do livro publicado no site FunBrain, mas há muitas coisas novas. O quarto e o quinto livros é que já foram feitos com material diferente. A história baseia-se num miúdo que no seu dia-a-dia tem que lidar com os seus irmãos Rodrick e Manny, os seus pais e a escola. Para além disso tem o desejo de se tornar famoso e popular. O primeiro livro foi lançado a 1 de Abril de 2007 e o segundo a 1 de Fevereiro de 2008. Em 2009 lançou dois, o terceiro a 13 de Janeiro e o quarto a 12 de Outubro. A 9 de Novembro de 2010 lançou o quinto e está neste momento a escrever o sexto. Para além destes 5 livros há ainda dois extras, o "Diário De Um Banana... e o Meu" que foi publicado a 1 de Outubro de 2008 que é para escrever a nossa própria história e fazer as nossas próprias bandas desenhadas, e o "O Diário de um Banana: O Filme" (tradução livre) publicado a 16 de Março de 2010 que conta a história da criação de Greg e como o filme foi feito. Em 2010 produziram o filme do primeiro livro que estreou a 19 de Março com Zachary Gordon na personagem principal. O segundo filme vai estrear dia 25 de Março de 2011. Existe também um video-jogo chamado Diary Of A Wimpy Kid Cheese Touch Board Game.
Porque o Galo canta ao amanhecer ?
Um certo dia o Sol nasceu tão quente que queimou o olho do galo, assim o galo teve um trauma e ficava com medo do Sol e sempre que o Sol nasce e Galo grita cacarejado:
-COCOCOCOCOCCOCOCOCO!!!!!!!
Que na língua dos galos quer dizer SOCORO.
-COCOCOCOCOCCOCOCOCO!!!!!!!
Que na língua dos galos quer dizer SOCORO.
OBRIGADOOOOOOOOOOOOO!
Muito obrigado pelas 100 visualizações estou muito feliz
falem nos comentarios o que vocês gostariam que eu posta-se
porfavor deixar o link ou nome do que gostaria .
obrigado,
BRUNO RODRIGUES FARIA
falem nos comentarios o que vocês gostariam que eu posta-se
porfavor deixar o link ou nome do que gostaria .
obrigado,
BRUNO RODRIGUES FARIA
Mensagem a professora Maria De Lourdes (GERAL)
Cara professora , estou lhe escrevendo essa mensagem pra lhe falar , fobre a falta de postagens em meu blog e pois meu computador estava com um certo problema no google que não , estava deixando eu postar mais como agora eu consegui arrumar eu vou conseguir colocar tudo em dia novamente obrigado,
BRUNO RODRIGUES FARIA
BRUNO RODRIGUES FARIA
Biografia Guimãraes Rosa
Guimarães Rosa (1908-1967) foi escritor brasileiro. O romance "Grandes Sertões: Veredas" é sua obra prima. Fez parte do 3º Tempo do Modernismo, caracterizado pelo rompimento com as técnicas tradicionais do romance.
Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu em Cordisburgo, pequena cidade do interior de Minas Gerais. Filho de comerciante da região, aí fez seus estudos primários, seguindo em 1918 para Belo Horizonte, para casa de seus avós, onde estudou no Colégio Arnaldo. Cursou Medicina na Universidade de Minas Gerais, formando-se em 1930. Datam dessa fase seus primeiros contos, publicados na revista O Cruzeiro.
Depois de formado foi exercer a profissão em Itaguara, município de Itaúna, onde permaneceu por dois anos. Culto, sabia falar mais de nove idiomas. Em 1932, durante a Revolução Constitucionalista, voltou para Belo Horizonte para servir como médico voluntário da Força Pública. Posteriormente atuou como oficial médico no 9º Batalhão de Infantaria em Barbacena.
Em 1934 vai para o Rio de janeiro, presta concurso para o Itamarati. Obtém o segundo lugar. Em 1936, participou de um concurso ao Prêmio de poesia da Academia Brasileira de Letras, com uma coletânea de contos chamada "Magma", conquistando o primeiro lugar. Mas não publicou a obra. Em 1937, começou a escrever "Sagarana", volume de contos, retratando a paisagem mineira, a vida das fazendas, dos vaqueiros e criadores de gado. Com a obra participa de um concurso mas não é classificado.
Entre os anos de 1938 e 1944, foi nomeado cônsul-adjunto na cidade de Hamburgo, Alemanha. Quando o Brasil rompeu a aliança com a Alemanha, durante a Segunda Guerra, Guimarães foi preso, em 1942 e no ano seguinte foi para Bogotá, como Secretário da Embaixada Brasileira. Em 1945 vai rever os lugares onde passou a infância. Em 1946, depois de refazer a obra, publica "Sagarana". O estilo era absolutamente novo, a paisagem mineira ressurgia viva e colorida. Sucesso de crítica e público, Recebe o Prêmio da Sociedade Felipe d'Oliveira, esgotando-se, num mesmo ano, duas edições.
De 1946 a 1951, reside em Paris. Em 1952, em excursão ao estado de Mato Grosso, conviveu com os vaqueiros do oeste do Brasil, e escreve uma reportagem poética, "Com o Vaqueiro Mariano", publicada no Correio da Manhã. Passados dez anos de sua estréia, Guimarães publica, em 1956, "Corpo de Baile" e "Grandes Sertões: Veredas".
A novela "Corpo de Baile", obra em dois volumes, com 822 páginas, publicada em janeiro de 1956, Guimarães continua a mesma apresentação focada em "Sagarana", mas, agora com arrojadas experiências linguísticas. Em maio do mesmo ano, publica "Grandes Sertões: Veredas", narrativa épica, em seiscentas páginas, onde apresenta o mundo dos jagunços e dos coronéis. A obra causa impacto, pela temática e pela linguagem caboclo-sertaneja.
Guimarães Rosa é promovido a embaixador, em 1958, mas prefere não sair do Brasil, permanece no Rio de janeiro. Em 1963 é eleito para a Academia Brasileira de Letras, somente tomou posse em 1967. Três dias depois de tomar posse, tem um infarto.
João Guimarães Rosa morre no Rio de Janeiro, no dia 19 de novembro de 1967.
Visita ao Hospital Sarah Kubstchek
Hoje dia 11/06/13 alunos do Colégio São Paulo foram convidados para participar de uma palestra no hospital Sarah Kubstchek.
Alunos do Colégio São Paulo foram em 4 ônibus para o hospital dois foram do 6 ano A e B , e outros dois ônibus foram dos 7 anos A e B , chegando no hospital a blibliotecaria Ana Paula os recebeu é explicou porque a maioria dos pacientes estão no hospital, também explicou com reagir aos acidentes e o que fazer para evitá-los.
Lá aprendemos junto com a blibliotecaria que:
38,5 são acidentesde trânsito
17,1 são por quedas
16,9 são por agressão por arma de fogo
9,1 são por acidente em prática de esporte
4,1 são acidentes por mergulho
14,0 são outros tipos de acidentes
No hospita a blibliotecaria apresentou aos alunos o esqueleto do hospital, chamado Zezinho, com o esqueleto ela mostrou que se termos machucados no cérebro podemos ter problemas. E se machurcamos a coluna espinhal do pescoco para baixo seremos prepaplegicos. Exlicou também que devemos sempre usar o cinto de seguranca e não merguhar de cabeca quando não sabemos se o local e fundo ou raso.
Na hora de ir embora os alunos receberam um suco de manga em caixinha é um biscoito, na escola receberam três folhetos para aprofundar o que aprenderam no hospital
Alunos do Colégio São Paulo foram em 4 ônibus para o hospital dois foram do 6 ano A e B , e outros dois ônibus foram dos 7 anos A e B , chegando no hospital a blibliotecaria Ana Paula os recebeu é explicou porque a maioria dos pacientes estão no hospital, também explicou com reagir aos acidentes e o que fazer para evitá-los.
Lá aprendemos junto com a blibliotecaria que:
38,5 são acidentesde trânsito
17,1 são por quedas
16,9 são por agressão por arma de fogo
9,1 são por acidente em prática de esporte
4,1 são acidentes por mergulho
14,0 são outros tipos de acidentes
No hospita a blibliotecaria apresentou aos alunos o esqueleto do hospital, chamado Zezinho, com o esqueleto ela mostrou que se termos machucados no cérebro podemos ter problemas. E se machurcamos a coluna espinhal do pescoco para baixo seremos prepaplegicos. Exlicou também que devemos sempre usar o cinto de seguranca e não merguhar de cabeca quando não sabemos se o local e fundo ou raso.
Na hora de ir embora os alunos receberam um suco de manga em caixinha é um biscoito, na escola receberam três folhetos para aprofundar o que aprenderam no hospital
Biografia de Cástor Cartelli
CÁSTOR CARTELLE GUERRA é professor na UFMG. Licenciado em letras clássicas, filosofia e ciências naturais, é mestre em geociências e doutor em ciências, tendo dedicado uma parte significativa de sua vida ao ensino e à pesquisa paleontológica.
Além de grande número de palestras e cursos em diversas universidades e colégios, tem-se empenhado no trabalho de defesa do meio ambiente como membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais.
É vice-presidente da fundação Biodiversitas e membro do conselho da fundação zoobotânica de Belo Horizonte.
Foi consultor para a criação do Parque Nacional dos Dinossauros em Souza (PB) e do Museu de Caravelas (BA), e dá assessoria ao novo museu de ciências naturais da PUC-MG.
Além de grande número de palestras e cursos em diversas universidades e colégios, tem-se empenhado no trabalho de defesa do meio ambiente como membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais.
É vice-presidente da fundação Biodiversitas e membro do conselho da fundação zoobotânica de Belo Horizonte.
Foi consultor para a criação do Parque Nacional dos Dinossauros em Souza (PB) e do Museu de Caravelas (BA), e dá assessoria ao novo museu de ciências naturais da PUC-MG.
Biografia autora Ruth Rocha
Ruth Machado Louzada Rocha, nasceu em 02/03/1931, na cidade de São Paulo - SP. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado e Esther de Sampaio Machado.
Ruth, é escritora de literatura infantil, já publicou mais de 130 livros, vendendo mais de 10 milhões de exemplares.
Ela se formou na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, em 1953, e começou a trabalhar como orientadora educacional no Colégio Rio Branco.
Viveu sua infância, repleta de livros e gibis.
Ruth é casada com Eduardo Rocha, tem uma filha Marina, e dois netos Pedro e Miguel.
Em 1965 começa a escrever artigos educacionais para a revista Cláudia, e em 1967 assume a orientação pedagógica da revista Recreio, onde publicou seu primeiro conto chamado " Romeu e Julieta" em 1969.
Depois de um tempo Ruth Rocha, dedicou-se aos livros, a produção literária, inspirada na sua filha Marina.
Ela publicou seu primeiro livro chamado " Palavras Muitas Palavras" em 1976, e desde então a maioria de seus livros foram traduzidos para 25 idiomas.
Ruth Rocha, se influênciou no grande escritor Monteiro Lobato, mostrando seu lado da literatura. Essa escritora, ganhou os mais importantes prêmios da literatura infantil, da prefeitura de Belo Horizonte, Prêmio João de Barro, Academia de Letras, cinco prêmios Jabuti, e muitos outros.
Seu livro mais conhecido é " Marcelo, marmelo, martelo" que vendeu mais de 1 milhão de cópias.
Atualmente Ruth, é membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta.
Está escritora é uma mulher rica em sabedoria e palavras, ela mostra um pouco mais da literatura brasileira, muito admirada!
Biografia Wagner Costa
Ilustrador, escritor e designer gráfico. Nascido em São Paulo, em 1968. Estudou Arquitetura e Urbanismo e é graduado em Comunicação Social pela ESPM. Tem mais de cem livros ilustrados. Participou de diversas exposições e catálogos na Alemanha, Argentina, Brasil, China, Colômbia, Coreia, Esvoláquia, Itália, Japão, México, Uruguai e Vietnã. Pela Global Editora tem seis livros lançados como autor-ilustrador: Jóty, o tamanduá (em francês pela Éditions Reflets d'Ailleurs), A palavra do grande chefe, Quem não gosta de fruta é xarope, Zum Zum Zum, Balaio de Gato e Mundo Cão. Em 2005, após uma temporada de estudos, pesquisa e projetos na França, retornou ao Brasil. Desde então tem produzido monotipias e pirogravuras e com frequência usa pigmentos naturais, material reciclado, anilinas e/ou elementos orgânicos. Sua abordagem visual flerta tanto com os registros rupestres, étnicos ou ancestrais, quanto com a chamada "arte popular", fazendo uma releitura contemporânea, poética e subjetiva de amplo repertório cultural. É membro do conselho diretor da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e filiado à AEI-LIJ (Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil). É também coordenador editorial da Coleção Muiraquitãs, da Global Editora.
Luis Camara Cascudo
Em entrevista ao jornal "A Província", Luís da Câmara Cascudo recriou a atmosfera da sua meninice, revelando os interesses que desde então o levariam a se tomar dos mais respeitáveis pesquisadores do folclore e da etnografia de nosso país.
Filho de um coronel e de uma dona de casa, de família abastada, Luís da Câmara Cascudo estudou no Externato Coração de Jesus, um colégio feminino dirigido por religiosas. Teve professores particulares e depois, por vontade do pai, transferiu-se para o Colégio Santo Antonio.
Durante a adolescência, teve fama de namorador, mas acabou apaixonando-se por uma moça de dezesseis anos, Dália, com quem se casou em 1929. Tiveram dois filhos, Fernando Luís e Ana Maria Cascudo.
Câmara Cascudo exerceu várias funções públicas, entre as quais professor, diretor de escola, secretário do Tribunal de Justiça e consultor jurídico do Estado. Como jornalista, assinou uma crônica diária no jornal "A República" e colaborou para vários outros órgãos de imprensa do Recife e de outras capitais.
Na política, foi divulgador da ideologia integralista (uma adaptação brasileira do fascismo), exercendo militância na imprensa. Em 1951 tornou-se professor de direito internacional público na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Três anos mais tarde, lançou a sua obra mais importante como folclorista, o "Dicionário do Folclore Brasileiro", obra de referência no mundo inteiro. No campo da etnografia, publicou vários livros importantes como "Rede de Dormir", em 1959, "História da Alimentação no Brasil", em 1967, e "Nomes da Terra", em 1968. Publicou depois, entre outros, "Geografia dos Mitos Brasileiros", com o qual recebeu o prêmio João Ribeiro da Academia Brasileira de Letras.
Em 1965, Câmara Cascudo escreveu uma obra definitiva, "História do Rio Grande do Norte", coligindo pesquisa sobre sua terra natal, da qual jamais se desligou. Sua obra completa, densa e vastíssima, engloba mais de 150 volumes. O pesquisador trabalhou até seus últimos anos e foi agraciado com dezenas de honrarias e prêmios. Morreu aos 87 anos.
César Obeid
Nascido na capital paulista em 1974, o premiado escritor, educador e contador de histórias César Obeid tem dedicado suas atividades à difusão da literatura infantojuvenil. Realiza palestras, oficinas, workshops, participa de seminários, encontros com leitores e mesas de debate por todo o país. Instituições como SESC, SESI, casas de cultura, bibliotecas, empresas, escolas, faculdades, sindicatos de professores, secretarias estaduais e municipais de cultura e educação e feiras do livro recebem seu trabalho. Frequentemente escreve matérias e artigos para jornais e revistas, como também participa de gravações de programas de televisão e rádio sobre leitura, literatura, poesia e cultura popular. Em 2010 foi o escritor homenageado na cidade de Catanduva, no evento “Fazer Literário” produzido pelo Sesc.
Biografia de Carlos Drummond Andrade
Carlos Drummond de Andrade nasceu na pequena cidade de Itabira do Mato Dentro (MG), em 31 de outubro de 1902. Era o nono filho do fazendeiro Carlos de Paula Andrade e de sua mulher, Julieta Augusta Drummond de Andrade. Em 1910, iniciou o curso primário em Belo Horizonte, onde conheceu Gustavo Capanema e Afonso Arinos de Melo Franco.
A partir de 1918, tornou-se aluno interno do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), onde recebeu prêmios em concursos literários. No ano seguinte, foi expulso da escola, sob a justificativa de “insubordinação mental”. Mudou-se com a família em 1920 para Belo Horizonte, onde publicou seus primeiros trabalhos no Diário de Minas. Conheceu Milton Campos, Abgar Renault, Aníbal Machado, Pedro Nava e outros intelectuais.
Em 1924, enviou carta a Manuel Bandeira, manifestando-lhe admiração. No mesmo ano, conheceu Blaise Cendrars, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade, que visitavam Belo Horizonte. Sua correspondência com Mário de Andrade, iniciada logo depois, duraria até o fim da vida do escritor paulista.
Casou-se, em 1925, com Dolores Dutra de Morais, no mesmo ano em que se formou em farmácia. Fizera o curso por insistência da família, mas nunca exerceu a profissão, dizendo querer “preservar a saúde dos outros”. Fundou, com Emílio Moura e Gregoriano Canedo,A Revista, órgão modernista do qual foram publicados três números. Apesar da vida breve, esse foi um importante veículo de afirmação do modernismo em Minas Gerais.
Tornou-se redator-chefe do Diário de Minas. Em 1928, nasceu Maria Julieta, sua filha e grande companheira ao longo da vida. No mesmo ano saiu na Revista de Antropofagia de São Paulo seu poema “No Meio do Caminho”, que provocou escândalo e controvérsias pelas inovações modernistas que trazia na temática e na forma. Drummond lançou seu primeiro livro, Alguma Poesia, em 1930, em edição de 500 exemplares paga pelo autor.
Em 1934, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, para trabalhar como chefe de gabinete de Gustavo Capanema, novo ministro da Educação. No decorrer dos anos, colaborou com diversos jornais cariocas. Deixou a chefia de gabinete de Capanema em 1945 e passou a figurar como um dos editores de Imprensa Popular, diário lançado pelo Partido Comunista Brasileiro. Alguns meses depois, porém, se afastou do jornal por discordâncias políticas.
Chamado por Rodrigo M. F. de Andrade, passou a trabalhar na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN), onde mais tarde se tornaria chefe da Seção de História, na Divisão de Estudos e Tombamento. Aposentou-se em 1962, como chefe de Seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público.
POETA PÚBLICO
Aclamado por muitos críticos como o maior poeta brasileiro, Drummond renovou e aprofundou as propostas iniciais do modernismo. Aliou extrema sensibilidade, inteligência e humor, em composições caracterizadas quase sempre pelo verso livre e pelo uso de linguagem coloquial. Em suas criações, a indignação com as desigualdades sociais convive com o profundo lirismo, o senso de humor e a emoção contida.
Sua poesia, ao retratar as aspirações e angústias cotidianas, parece falar ao coração de cada leitor. Não é à toa que inúmeros versos do poeta se tornaram praticamente ditados populares, como o famoso “E agora, José?”.
A universalidade e a profundidade de sua obra levaram o crítico Otto Maria Carpeaux a considerá-lo o “poeta público” do Brasil. Com obras traduzidas para mais de uma dezena de idiomas, Drummond foi também tradutor, vertendo para o português clássicos de autores como Federico García Lorca (Dona Rosita, a Solteira), Choderlos de Laclos (As Relações Perigosas), Honoré de Balzac (Os Camponeses) e Marcel Proust (A Fugitiva).
Além de poeta, foi excelente prosador. Escreveu crônicas para oCorreio da Manhã, entre 1954 e 1969, e para o Jornal do Brasil, entre 1969 e 1984. Em 1975 recebeu o Prêmio Nacional Walmap de Literatura e recusou, por motivo de consciência, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal. Em 1983 recusou o Troféu Juca Pato.
Sofreu um infarto em 1986, que o deixou internado durante 12 dias. A escola de samba Estação Primeira de Mangueira homenageou Drummond com o samba-enredo No Reino das Palavras, vencedor do Carnaval carioca de 1987.
No dia 5 de agosto de 1987, depois de dois meses de internação, morreu sua filha Maria Julieta, vítima de câncer. O estado de saúde do poeta piorou, e Drummond morreu menos de duas semanas depois, em 17 de agosto, de problemas cardíacos. Vários livros foram publicados postumamente, como O Amor Natural (1992), de poemas eróticos, e Farewell (1996), ganhador do Prêmio Jabuti.
A partir de 1918, tornou-se aluno interno do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), onde recebeu prêmios em concursos literários. No ano seguinte, foi expulso da escola, sob a justificativa de “insubordinação mental”. Mudou-se com a família em 1920 para Belo Horizonte, onde publicou seus primeiros trabalhos no Diário de Minas. Conheceu Milton Campos, Abgar Renault, Aníbal Machado, Pedro Nava e outros intelectuais.
Em 1924, enviou carta a Manuel Bandeira, manifestando-lhe admiração. No mesmo ano, conheceu Blaise Cendrars, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade, que visitavam Belo Horizonte. Sua correspondência com Mário de Andrade, iniciada logo depois, duraria até o fim da vida do escritor paulista.
Casou-se, em 1925, com Dolores Dutra de Morais, no mesmo ano em que se formou em farmácia. Fizera o curso por insistência da família, mas nunca exerceu a profissão, dizendo querer “preservar a saúde dos outros”. Fundou, com Emílio Moura e Gregoriano Canedo,A Revista, órgão modernista do qual foram publicados três números. Apesar da vida breve, esse foi um importante veículo de afirmação do modernismo em Minas Gerais.
Tornou-se redator-chefe do Diário de Minas. Em 1928, nasceu Maria Julieta, sua filha e grande companheira ao longo da vida. No mesmo ano saiu na Revista de Antropofagia de São Paulo seu poema “No Meio do Caminho”, que provocou escândalo e controvérsias pelas inovações modernistas que trazia na temática e na forma. Drummond lançou seu primeiro livro, Alguma Poesia, em 1930, em edição de 500 exemplares paga pelo autor.
Em 1934, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, para trabalhar como chefe de gabinete de Gustavo Capanema, novo ministro da Educação. No decorrer dos anos, colaborou com diversos jornais cariocas. Deixou a chefia de gabinete de Capanema em 1945 e passou a figurar como um dos editores de Imprensa Popular, diário lançado pelo Partido Comunista Brasileiro. Alguns meses depois, porém, se afastou do jornal por discordâncias políticas.
Chamado por Rodrigo M. F. de Andrade, passou a trabalhar na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN), onde mais tarde se tornaria chefe da Seção de História, na Divisão de Estudos e Tombamento. Aposentou-se em 1962, como chefe de Seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público.
POETA PÚBLICO
Aclamado por muitos críticos como o maior poeta brasileiro, Drummond renovou e aprofundou as propostas iniciais do modernismo. Aliou extrema sensibilidade, inteligência e humor, em composições caracterizadas quase sempre pelo verso livre e pelo uso de linguagem coloquial. Em suas criações, a indignação com as desigualdades sociais convive com o profundo lirismo, o senso de humor e a emoção contida.
Sua poesia, ao retratar as aspirações e angústias cotidianas, parece falar ao coração de cada leitor. Não é à toa que inúmeros versos do poeta se tornaram praticamente ditados populares, como o famoso “E agora, José?”.
A universalidade e a profundidade de sua obra levaram o crítico Otto Maria Carpeaux a considerá-lo o “poeta público” do Brasil. Com obras traduzidas para mais de uma dezena de idiomas, Drummond foi também tradutor, vertendo para o português clássicos de autores como Federico García Lorca (Dona Rosita, a Solteira), Choderlos de Laclos (As Relações Perigosas), Honoré de Balzac (Os Camponeses) e Marcel Proust (A Fugitiva).
Além de poeta, foi excelente prosador. Escreveu crônicas para oCorreio da Manhã, entre 1954 e 1969, e para o Jornal do Brasil, entre 1969 e 1984. Em 1975 recebeu o Prêmio Nacional Walmap de Literatura e recusou, por motivo de consciência, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal. Em 1983 recusou o Troféu Juca Pato.
Sofreu um infarto em 1986, que o deixou internado durante 12 dias. A escola de samba Estação Primeira de Mangueira homenageou Drummond com o samba-enredo No Reino das Palavras, vencedor do Carnaval carioca de 1987.
No dia 5 de agosto de 1987, depois de dois meses de internação, morreu sua filha Maria Julieta, vítima de câncer. O estado de saúde do poeta piorou, e Drummond morreu menos de duas semanas depois, em 17 de agosto, de problemas cardíacos. Vários livros foram publicados postumamente, como O Amor Natural (1992), de poemas eróticos, e Farewell (1996), ganhador do Prêmio Jabuti.
Biografia Vinicius de Moraes
Vinicius de Moraes (1913-1980) foi um poeta e compositor brasileiro. "Garota de Ipanema", feita em parceria com Antonio Carlos Jobim, é um hino da música popular brasileira. Foi também diplomata e dramaturgo.
Vinicius de Morais (1913-1980) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Filho de funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz. Desde cedo, já mostrava interesse por poesia. Ingressou no colégio jesuíta, Santo Inácio, onde fez os estudos secundários. Entrou para o coral da igreja, onde desenvolveu suas habilidades musicais. Em 1929, iniciou o curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro.
Em 1933, ano de sua formatura, publica "O Caminho Para a Distância". Não exerceu a advocacia. Trabalhou como censor cinematográfico, até 1938, quando recebe uma bolsa de estudos e foi para Londres. Estudou inglês e literatura na Universidade de Oxford. Trabalhou na BBC londrina até 1939.
Várias experiência conjugais marcaram a vida de Vinicius. Casou-se nove vezes e teve cinco filhos. Suas esposas foram, Beatriz Azevedo, Regina Pederneira, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nellita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues e a última Gilda Matoso.
Em 1943 é aprovado no concurso para Diplomata. Vai para os Estados Unidos, onde assume o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Escreve o livro "Cinco Elegias". Serviu sucessivamente em Paris, em 1953, em Montevidéu, e novamente em Paris, em 1963. Volta para o Brasil em 1964. É aposentado compulsoriamente em 1968, pelo Ato Institucional Número Cinco.
De volta ao Brasil, dedica-se à poesia e à música popular brasileira. Fez parcerias musicais com Toquinho, Tom Jobim, Baden Powell, João Gilberto, Francis Hayme, Carlos Lyra e Chico Buarque. Entre suas músicas destacam-se: "Garota de Ipanema", "Gente Humilde", "Aquarela", "A Casa", "Arrastão", "A Rosa de Hiroshima", "Berimbau", "A Tonga da Mironga do Kaburetê", "Canto de Ossanha", "Insensatez", "Eu Sei Que Vou Te Amar" e "Chega de Saudade".
Compôs a trilha sonora do filme Orfeu Negro, que foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes e o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 1961, compõe Rancho das Flores, baseado no tema Jesus, Alegria dos Homens, de Johann Sebastian Bach. Com Edu Lobo, ganha o Primeiro Festival Nacional de Música Popular Brasileira, com a música "Arrastão".
A parceria com o músico Toquinho foi considerada a mais produtivas. Rendeu músicas importantes como "Aquarela", "A Casa", "As Cores de Abril", "Testamento", "Maria Vai com as Outras", "Morena Flor", "A Rosa Desfolhada", "Para Viver Um Grande Amor" e "Regra Três".
É preciso destacar também sua participação em shows e gravações com cantores e compositores importantes como Chico Buarque de Holanda, Elis Regina, Dorival Caymmi, Maria Creuza, Miúcha e Maria Bethânia. O Álbum Arca de Noé foi lançado em 1980 e teve vários intérpretes, cantando músicas de cunho infantil. Esse Álbum originou um especial para a televisão.
Vinicius de Morais (1913-1980) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Filho de funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz. Desde cedo, já mostrava interesse por poesia. Ingressou no colégio jesuíta, Santo Inácio, onde fez os estudos secundários. Entrou para o coral da igreja, onde desenvolveu suas habilidades musicais. Em 1929, iniciou o curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro.
Em 1933, ano de sua formatura, publica "O Caminho Para a Distância". Não exerceu a advocacia. Trabalhou como censor cinematográfico, até 1938, quando recebe uma bolsa de estudos e foi para Londres. Estudou inglês e literatura na Universidade de Oxford. Trabalhou na BBC londrina até 1939.
Várias experiência conjugais marcaram a vida de Vinicius. Casou-se nove vezes e teve cinco filhos. Suas esposas foram, Beatriz Azevedo, Regina Pederneira, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nellita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues e a última Gilda Matoso.
Em 1943 é aprovado no concurso para Diplomata. Vai para os Estados Unidos, onde assume o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Escreve o livro "Cinco Elegias". Serviu sucessivamente em Paris, em 1953, em Montevidéu, e novamente em Paris, em 1963. Volta para o Brasil em 1964. É aposentado compulsoriamente em 1968, pelo Ato Institucional Número Cinco.
De volta ao Brasil, dedica-se à poesia e à música popular brasileira. Fez parcerias musicais com Toquinho, Tom Jobim, Baden Powell, João Gilberto, Francis Hayme, Carlos Lyra e Chico Buarque. Entre suas músicas destacam-se: "Garota de Ipanema", "Gente Humilde", "Aquarela", "A Casa", "Arrastão", "A Rosa de Hiroshima", "Berimbau", "A Tonga da Mironga do Kaburetê", "Canto de Ossanha", "Insensatez", "Eu Sei Que Vou Te Amar" e "Chega de Saudade".
Compôs a trilha sonora do filme Orfeu Negro, que foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes e o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 1961, compõe Rancho das Flores, baseado no tema Jesus, Alegria dos Homens, de Johann Sebastian Bach. Com Edu Lobo, ganha o Primeiro Festival Nacional de Música Popular Brasileira, com a música "Arrastão".
A parceria com o músico Toquinho foi considerada a mais produtivas. Rendeu músicas importantes como "Aquarela", "A Casa", "As Cores de Abril", "Testamento", "Maria Vai com as Outras", "Morena Flor", "A Rosa Desfolhada", "Para Viver Um Grande Amor" e "Regra Três".
É preciso destacar também sua participação em shows e gravações com cantores e compositores importantes como Chico Buarque de Holanda, Elis Regina, Dorival Caymmi, Maria Creuza, Miúcha e Maria Bethânia. O Álbum Arca de Noé foi lançado em 1980 e teve vários intérpretes, cantando músicas de cunho infantil. Esse Álbum originou um especial para a televisão.
Biografia Victor Hugo
Victor Hugo, autor de "Os miseráveis" e "O Corcunda de Notre Dame", entre outros, era filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet. Nasceu em Besançon, mas passou a infância em Paris.
Em 1819 fundou, com os seus irmãos, uma revista, o "Conservateur Littéraire" (Conservador Literário) e no mesmo ano ganhou o concurso da Académie des Jeux Floraux, instituição literária francesa fundada no século 14.
Aos 20 anos publicou uma reunião de poemas, "Odes e Poesias Diversas", mas foi o prefácio de sua peça teatral "Cromwell" que o projetou como líder do movimento romântico na França.
Victor Hugo casou-se com Adèle Foucher e durante a vida teve diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento, a quem ele escreveu numerosos poemas.
O período 1829-1843 foi o mais produtivo da carreira do escritor. Seu grande romance histórico, "Notre Dame de Paris" - mundialmente conhecido como "O Corcunda de Notre Dame" - (1831), o conduziu à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841.
Criado no espírito da monarquia, o escritor acabou se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária. Eleito deputado da Segunda República, em 1848, apoiou a candidatura do príncipe Luís Napoleão, mas se exilou após o golpe de Estado que este deu em dezembro de 1851, tornando-se imperador. Hugo condenou-o vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un Crime".
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoleão 3o, viveu em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. Foi um dos poucos a recusar a anistia decidida algum tempo depois.
A morte da sua filha, Leopoldina, afogada por acidente no Sena, junto com o marido, fez com que o escritor se deixasse levar por experiências espíritas relatadas numa obra "Les Tables Tournantes de Jersey" (As Mesas Moventes de Jersey).
A partir de 1849, Victor Hugo dedicou sua obra à política, à religião e à filosofia humana e social. Reformista, desejava mudar a sociedade mas não mudar de sociedade. Em 1870 Hugo retornou a França e reatou sua carreira política. Foi eleito primeiro para a Assembléia Nacional, e mais tarde para o Senado. Não aderiu à comuna de Paris mas defendeu a anistia aos seus integrantes.
De acordo com seu último desejo, foi enterrado em um caixão humilde no Panthéon, após ter ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo.
Biografia Marina Colasanti
Biografia
Marina Colasanti (Sant'Anna) nasceu em 26 de setembro de 1937, em Asmara (Eritréia), Etiópia. Viveu sua infância na Africa (Eritréia, Líbia). Depois seguiu para a Itália, onde morou 11 anos. Chegou ao Brasil em 1948, e sua família se radicou no Rio de Janeiro, onde reside desde então.
Possui nacionalidade brasileira e naturalidade italiana.Entre 1952 e 1956 estudou pintura com Catarina Baratelle; em 1958 já participava de vários salões de artes plásticas, como o III Salão de Arte Moderna. Nos anos seguintes, atuou como colaboradora de periódicos, apresentadora de televisão e roteirista.Ingressou no Jornal do Brasil em 1962, como redatora do Caderno B, desenvolveu as atividades de: cronista, colunista, ilustradora, sub-editora, Secretária de Texto. Foi também editora do Caderno Infantil do mesmo jornal. Participou do Suplemento do Livro com numerosas resenhas.No mesmo período editou o Segundo Tempo, do Jornal dos Sports. Deixou o JB em 1973.Assinou seções nas revistas: Senhor, Fatos & Fotos, Ele e Ela, Fairplay, Claudia e Jóia.Em 1976 ingressou na Editora Abril, na revista Nova da qual já era colaboradora, com a função de editora de comportamento.De fevereiro a julho de 1986 escreveu crônicas para a revista Manchete.Deixa a Editora Abril em 1992, como editora especial, após uma breve permanência na revista Claudia, tendo ganho três Prêmios Abril de Jornalismo.De maio de 1991 a abril de 1993 assinou crônicas semanais no Jornal do Brasil.De 1975 até 1982 foi redatora na agência publicitária Estrutural, tendo ganho mais de 20 prêmios nesta área.Atuou na televisão como entrevistadora de Sexo Indiscreto - TV Rio, ee entrevistadora de Olho por Olho - TV Tupi.Na televisão foi editora e apresentadora do noticiário Primeira Mão -TV Rio, 1974; apresentadora e redatora do programa cultural Os Mágicos -TVE, 1976; âncora do programa cinematográfico Sábado Forte -TVE, de 1985 a 1988; e âncora do programa patrocinado pelo Instituto Italiano de Cultura, Imagens da Itália- TVE, de 1992 a 1993.Em 1968, foi lançado seu primeiro livro, Eu Sozinha; desde então, publicou mais de 30 obras, entre literatura infantil e adulta. Seu primeiro livro de poesia, Cada Bicho seu Capricho, saiu em 1992. Em 1994 ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia, por Rota de Colisão (1993), e o Prêmio Jabuti Infantil ou Juvenil, por Ana Z Aonde Vai Você?. Suas crônicas estão reunidas em vários livros, dentre os quais Eu Sei, mas não Devia (1992) que recebeu outro prêmio Jabuti, além de Rota de Colisão igualmente premiado.Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Dentre outros escreveu E por falar em amor; Contos de amor rasgados; Aqui entre nós, Intimidade pública, Eu sozinha, Zooilógico, A morada do ser, A nova mulher (que vendeu mais de 100.000 exemplares), Mulher daqui pra frente, O leopardo é um animal delicado, Gargantas abertas e os escritos para crianças Uma idéia toda azul e Doze reis e a moça do labirinto de vento. Colabora, atualmente, em revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna com quem teve duas filhas: Fabiana e Alessandra.Em suas obras, a autora reflete, a partir de fatos cotidianos, sobre a situação feminina, o amor, a arte, os problemas sociais brasileiros, sempre com aguçada sensibilidade
Marina Colasanti (Sant'Anna) nasceu em 26 de setembro de 1937, em Asmara (Eritréia), Etiópia. Viveu sua infância na Africa (Eritréia, Líbia). Depois seguiu para a Itália, onde morou 11 anos. Chegou ao Brasil em 1948, e sua família se radicou no Rio de Janeiro, onde reside desde então.
Possui nacionalidade brasileira e naturalidade italiana.Entre 1952 e 1956 estudou pintura com Catarina Baratelle; em 1958 já participava de vários salões de artes plásticas, como o III Salão de Arte Moderna. Nos anos seguintes, atuou como colaboradora de periódicos, apresentadora de televisão e roteirista.Ingressou no Jornal do Brasil em 1962, como redatora do Caderno B, desenvolveu as atividades de: cronista, colunista, ilustradora, sub-editora, Secretária de Texto. Foi também editora do Caderno Infantil do mesmo jornal. Participou do Suplemento do Livro com numerosas resenhas.No mesmo período editou o Segundo Tempo, do Jornal dos Sports. Deixou o JB em 1973.Assinou seções nas revistas: Senhor, Fatos & Fotos, Ele e Ela, Fairplay, Claudia e Jóia.Em 1976 ingressou na Editora Abril, na revista Nova da qual já era colaboradora, com a função de editora de comportamento.De fevereiro a julho de 1986 escreveu crônicas para a revista Manchete.Deixa a Editora Abril em 1992, como editora especial, após uma breve permanência na revista Claudia, tendo ganho três Prêmios Abril de Jornalismo.De maio de 1991 a abril de 1993 assinou crônicas semanais no Jornal do Brasil.De 1975 até 1982 foi redatora na agência publicitária Estrutural, tendo ganho mais de 20 prêmios nesta área.Atuou na televisão como entrevistadora de Sexo Indiscreto - TV Rio, ee entrevistadora de Olho por Olho - TV Tupi.Na televisão foi editora e apresentadora do noticiário Primeira Mão -TV Rio, 1974; apresentadora e redatora do programa cultural Os Mágicos -TVE, 1976; âncora do programa cinematográfico Sábado Forte -TVE, de 1985 a 1988; e âncora do programa patrocinado pelo Instituto Italiano de Cultura, Imagens da Itália- TVE, de 1992 a 1993.Em 1968, foi lançado seu primeiro livro, Eu Sozinha; desde então, publicou mais de 30 obras, entre literatura infantil e adulta. Seu primeiro livro de poesia, Cada Bicho seu Capricho, saiu em 1992. Em 1994 ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia, por Rota de Colisão (1993), e o Prêmio Jabuti Infantil ou Juvenil, por Ana Z Aonde Vai Você?. Suas crônicas estão reunidas em vários livros, dentre os quais Eu Sei, mas não Devia (1992) que recebeu outro prêmio Jabuti, além de Rota de Colisão igualmente premiado.Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Dentre outros escreveu E por falar em amor; Contos de amor rasgados; Aqui entre nós, Intimidade pública, Eu sozinha, Zooilógico, A morada do ser, A nova mulher (que vendeu mais de 100.000 exemplares), Mulher daqui pra frente, O leopardo é um animal delicado, Gargantas abertas e os escritos para crianças Uma idéia toda azul e Doze reis e a moça do labirinto de vento. Colabora, atualmente, em revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna com quem teve duas filhas: Fabiana e Alessandra.Em suas obras, a autora reflete, a partir de fatos cotidianos, sobre a situação feminina, o amor, a arte, os problemas sociais brasileiros, sempre com aguçada sensibilidade
quinta-feira, 7 de março de 2013
AUTOBIOGRAFIA (HISTÓRIA)
Oi, meu nome e Bruno,moro em Belo Horizonte/MG,nasci no dia 27 de Novembro de 2000 no hospital OTAVIANO NEVES,já tenho 12 anos e meu esporte favorito e futebol.Eu gosto de jogar Call of Duty no meu PLAYSTAYTION.O meu Natal e sempre muito divertido,pois estou me divertindo com a minha família.No Natal de 2010 meu Pai se vestiu de Papai Noel e foi muito divertido,pois minha priminha que agora tem 7 anos ficava puxando a baraba dele.Foí o Natal mais divertido de todos e eu tenho fotos para provar.
Eu já estudei em várias escolas a primeira foi Satiasay,a segunda foi,Instituto Cecília Meireles,a terceira foi Colégio Santo Antônio e agora eu estou no Colégio São Paulo.É uma escola muito boa,estou gostando muito.O Colégio e muito divertido e principalmente os professores que são otímos.Eusou uma pesoa que gosta de se divertir e de fazer sempre novas amizades.
FIM
Eu já estudei em várias escolas a primeira foi Satiasay,a segunda foi,Instituto Cecília Meireles,a terceira foi Colégio Santo Antônio e agora eu estou no Colégio São Paulo.É uma escola muito boa,estou gostando muito.O Colégio e muito divertido e principalmente os professores que são otímos.Eusou uma pesoa que gosta de se divertir e de fazer sempre novas amizades.
FIM
OBJETIVO DO BLOG
OIOi, meu nome é Bruno , é o objetivo do meu blog e deixar todos felizes com as minhas postagens,vou postar muitos textos vários poemas, etc... e vou gostar que vocês lem tudo o que eu postar,e conserteza vou gostar de seus comentários e visitem sempre... .
Assinar:
Postagens (Atom)

